
Seu benefício do INSS — onde quer que você esteja.
Aposentadorias, benefícios por incapacidade, pensões e acordos bilaterais e multilaterais. Atendimento próximo, estratégia clara, do primeiro requerimento à decisão final.
Quem é Vanessa
Ao seu lado em cada etapa, da análise do caso à decisão final.
Sou Vanessa Vaz Marschallinger, advogada especializada em Direito Previdenciário. Baseada na Áustria, atendo brasileiros no Brasil e em mais de 20 países — com escuta atenta, estratégia clara e acompanhamento próximo.
Cada caso recebe análise individual: aqui você não é um número de protocolo.
Conheça minha trajetória →Áreas de Atuação
Como posso ajudar você
Acordos Internacionais / Bilaterais e Multilaterais
Atendimento especializado para brasileiros no exterior, visando a contagem de tempo de contribuição em países com acordo previdenciário com o Brasil, garantindo o melhor cenário de aposentadoria internacional.
Aposentadorias
Análise completa do histórico contributivo para identificar a melhor regra — por idade, tempo de contribuição ou transição — antes de qualquer protocolo. O pedido certo, feito na hora certa, evita anos de espera.
Aposentadoria Especial
Reconhecimento do tempo trabalhado em condições insalubres ou perigosas — saúde, indústria, transporte, segurança. A diferença entre a negativa e a concessão costuma estar na qualidade da prova técnica.
Benefícios por Incapacidade
Auxílio-doença e aposentadoria por invalidez: preparação para a perícia médica, prorrogação de benefício e contestação de alta indevida — para que a doença não vire também um problema de renda.
BPC / LOAS
Benefício assistencial para pessoas com deficiência e idosos a partir de 65 anos em situação de baixa renda. Acompanhamento desde o CadÚnico até a via judicial, quando o INSS nega indevidamente.
Pensão por Morte
Orientação completa aos dependentes — cônjuge, filhos, companheiros em união estável — com a sensibilidade que o momento exige e a atenção técnica que os prazos impõem.
Revisão de Benefícios
Reanálise do cálculo do benefício já concedido: vínculos não computados, salários ignorados e erros de fator. Quando o INSS erra na conta, a diferença é sua por direito.
Atendimento Internacional
Você mora fora do Brasil?
Conte com uma assessoria especializada em acordos previdenciários internacionais, soma de tempo de contribuição e planejamento para aposentadoria em múltiplos países. Entendemos a realidade de quem mora na Europa, Américas e Ásia, com fuso horário alinhado e atendimento 100% digital e seguro.
Atendimento
Via WhatsApp
Cada caso tem um caminho. Vamos encontrar o seu.
Atendimento humano e individual, presencial ou online.
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Pagar o INSS em atraso vale a pena? O que o brasileiro no exterior precisa saber antes de emitir a guia
Você ficou anos sem contribuir para o INSS. E agora? Sim, em algumas situações é possível pagar contribuições ao INSS em atraso. Mas poder pagar não significa que pagar seja a melhor decisão. Quem mora fora do Brasil costuma chegar a essa pergunta de repente. Você olha o extrato do INSS (o CNIS), vê um buraco de vários anos e pensa: “Se eu pagar esses meses agora, recupero esse tempo, certo?” Nem sempre. Antes de emitir qualquer guia, vale entender quem pode pagar, o que esse pagamento realmente traz de volta e se o seu dinheiro terá retorno na aposentadoria.
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Dá para se aposentar em dois países?
Sim — e é aí que começa o seu planejamento Você trabalhou alguns anos no Brasil, com carteira assinada ou pagando o INSS. Depois veio a mudança: Áustria, Alemanha, Portugal, Itália, Espanha. Hoje você contribui para a previdência do país onde mora — e, em algum momento, a pergunta aparece: “Quando eu me aposentar, vou receber de qual país? Vou ter que escolher um? Ou o que eu paguei no Brasil simplesmente se perdeu?” Se essa dúvida já passou pela sua cabeça, você não está sozinho. É uma das perguntas que mais escuto de brasileiros que vivem fora. E a resposta curta é animadora: sim, é possível se aposentar em dois países — e até em mais de dois. A resposta longa, porém, é onde mora o risco de perder dinheiro.
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Salário-maternidade para brasileiras no exterior: o prazo de 5 anos que pode custar até R$ 36 mil
Em 2031, as mulheres que tiveram filho em 2026 morando no exterior, ou que moram fora e tiveram o bebê no Brasil, podem perder entre R$ 7.024 e R$ 36.727 do INSS. Não por falta de direito, mas por falta de informação e de prazo. O salário-maternidade é um dos benefícios mais esquecidos por brasileiras que vivem fora do país. Muitas acreditam que, ao sair do Brasil, perderam qualquer vínculo com o INSS. Outras sabem que existe o benefício, mas deixam para depois. E o tempo, nesse caso, joga contra. Neste artigo, você vai entender quem tem direito, quanto pode receber e por que o prazo de cinco anos é decisivo
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